Panmela Castro

A ativista carioca Panmela Castro ingressou nas artes visuais no começo dos anos 2000, com o graffiti, usando o codinome Anarkia Boladona. Com um forte viés feminista, seu trabalho questiona os valores patriarcais que limitam, censuram e objetificam o corpo das mulheres na cidade, espaço onde ela também explora linguagens como a performance e o vídeo. Neste depoimento, Panmela conta como não se deixou intimidar pelo machismo das ruas e comenta o projeto Rede Nami, ONG que ela fundou para promover os direitos das mulheres através das artes.